Gente e Gestão RH Blog Você está operando, coordenando ou estrategicamente liderando? Bem-vindo ao mundo dos Flight Levels.

Você está operando, coordenando ou estrategicamente liderando? Bem-vindo ao mundo dos Flight Levels.

Já viu empresas com times ágeis entregando rápido, squads alinhados com OKRs, mas… os resultados estratégicos continuam tímidos?

Pois é. Essa desconexão entre estratégia e execução é mais comum do que parece.

E é exatamente aí que entra o modelo Flight Levels, criado por Klaus Leopold.

Mas o quede são Flight Levels, afinal?

Pense na sua organização como um avião. E agora imagine que cada “altitude de voo” revela um tipo diferente de visão e responsabilidade:

• Flight Level 1 (Operação)

Onde o trabalho acontece. Squads, times ágeis, devs, design, testes. A galera tá entregando valor direto aqui.

• Flight Level 2 (Coordenação)

Onde diferentes times se alinham. Aqui mora a orquestração dos fluxos de trabalho. É o nível que evita silos e conflitos entre áreas.

• Flight Level 3 (Estratégia)

O topo do avião. Onde as decisões sobre direcionamento, portfólio, metas e investimentos são tomadas. Onde se escolhe o que fazer — e, mais importante, por que fazer.

Tá, mas como isso me ajuda na prática?

Imagina uma empresa de e-commerce que decide focar no público gamer:

• No Flight Level 3, a estratégia é “expandir o market share no segmento gamer em 6 meses”.

• No Flight Level 2, os times de produto, marketing e logística se coordenam pra criar ofertas, landing pages e ajustar estoque.

• No Flight Level 1, o squad de tecnologia desenvolve filtros de busca, recomendações personalizadas e performance otimizada para esse público.

Agora imagina se cada time estivesse agindo por conta própria…

Marketing divulgando fones de ouvido, TI investindo em mobile banking e a estratégia lá em cima falando de games. Vira um samba do avião maluco.

Por que o Flight Levels é tão necessário?

• Ele não substitui métodos ágeis — ele potencializa.

• Ele cria visibilidade real entre estratégia e execução.

• Ele identifica gargalos sistêmicos, que muitas vezes passam despercebidos nos times.

Dica final: agilidade sem direção é só movimento.

Se sua empresa quer ser ágil de verdade, comece entendendo em que nível de voo você está — e como os demais estão (ou não estão) se conectando.

Quer sair do piloto automático e assumir o controle do voo?

O Flight Levels pode ser o radar que faltava no seu sistema de gestão.

Nao sabe como aplicar? Entre em contato com a Gente!!!

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